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domingo, 20 de setembro de 2009

Pinguim Imperador

Mais lulas e mais dilmas. Fiquei sabendo, dado importantíssimo, que o Lula que não tinha diploma, agora tem 263, inclusive o do Príncipe das Astúrias (parece um príncipe, né?), e de Pinguim Imperador. Puxa, diploma de pinguim imperador... Acho que leva algum jeito, mas pode ser confundido com uma foca também, ou talvez um leão marinho, com aqueles bigodões!



E a Dilma, hem? Entrevista e tudo na Folha! Beleza. Só que tem também um artigo do Ferreira Gullar dizendo que ela não emplaca de jeito maneira. Tomara, meu poeta!
Ah, essa foto aí é da Dilma buscando apoio político...

sábado, 19 de setembro de 2009

A cadeira americana

Para todo mundo, a cada dia, existe aquela informação mais importante, que mais impressiona e que vem nos jornais, na internet ou na tv.
Pois bem, eu acordei me queixando com meus botões de que estava lotado deste input infernal de lulas, dilmas, obamas, talebãs e queria me saturar hoje de alguma coisa diferente, como por exemplo algo misterioso acontecido em Bruxelas, ou de como é que vai a economia na Islandia.
Bem, afinal, o meu fato "top of the day" foi mesmo a enorme cadeira objeto da paixão de meu sogro em Washington, e que ele devidamente comprou, e que mesmo desarmada ocupou uma caixa enorme, e que ele arrastou por todos os aeroportos entre a capital dos gringos e a dos brasileiros.

Deu um trabalhão para montar. Confusão de parafusos, de encaixes, aos quais ele, do alto de seus oitenta anos, enfrentou e venceu montando a bichona e afinal posicionando-a em frente a seu computador.
Olhou.
Olhou e não gostou.
Quer vender. Cem dólares e ela é sua. Não vai precisar carregar por aeroporto nenhum. E, se o seu carro for grande o suficiente, nem desmontar.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A poetisa Amneres

Pois é, a lembrança faltou, mas a inteligência não. A poetisa (prefiro assim)é a autora do poema "Eva", e quem teve a valentia de escrever durante 180 dias seguidos. Bravo, Amneres!
Quer conhecê-la? Vá em http://www.poesiaemtemporeal.com/.
Inté

Escrever todos os dias

Conta a lenda que o escritor argentino Adolfo Bioy Casares se propôs a escrever um conto por dia durante um ano e conseguiu tal feito.
Vi também palestra de poeta e neo-cronista no Núcleo Literário na qual ela disse (a minha péssima memória não me traz o nome da autora de "Eva", lindo poema - correção a ser feita mais tarde, com a ajuda do Klotz), em que a mesma contou que escreveu poemas durante 180 dias seguidos.
– Impossível! Grita a minha inveja.
Como é que alguém consegue este feito? Acordei hoje com esta intenção, e fiquei imaginado os meus textos diários:
"Hoje, estou deprimido"
Dia seguinte:
"Não consigo pensar em nada"
Depois:
"Estou deprimido de novo"
E mais:
"Alguém conhece algum jeito da gente se matar só um pouquinho, e sem dor, é claro?"
E, depois de um bocado de tempo tentando (mais uns três dias), finalizando com um "Desisto, vou ver a Net".
Saco.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Definição de Ego

Esta é dos mexicanos:

"Ego é aquele argentino que todos carregamos dentro de nós"

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Para escrever um Romance

Começou hoje, no Núcleo de Literatura da Câmara dos Deputados, Oficina para a criação de Romances com o Professor Marco Antunes. Como sempre, aula ótima. Pelo que entendi, vai durar dois meses.

domingo, 13 de setembro de 2009

Maria Americana

Mary Jane, a Maria americana, botou o xis no lugar errado e, em vez de seda, fez as irmãs usarem estrelas e barras violadas...

Hermético? Pois é. Isto foi a resposta a um exercício proposto na oficina literária. Tratava-se de dizer a uma dona de casa, sem ser didático, como é importante se manter ligada na política. Difícil ainda? A bandeira americana também é reconhecida como "star and stripes", ou "stars and bars". Pô, agora, vê se usa o bestunto, né?

Horror!

Gertrude Stein propôs Hitler para o Nobel da Paz! Inda bem que foi em 1934...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Surpresa!

Desce o elevador, com cinco pessoas. No décimo-sétimo andar, entram mais duas com um defunto amarrado em uma maca. Nenhum protesto. Nada. Silêncio. Entre o décimo e o sexto andar, o defunto se solta. Aperta o botão do terceiro. Salta e todo mundo fica mais em silêncio ainda. No térreo, saltam todos. Menos o defunto, que veio pela escada. Só aí, começam todos a gritar.

Novos e velhos pensamentos

Um velho pensamento chegou para um novo e perguntou:
- O que é que você está pensando?
O novo o olhou bem, e disse:
- Uma coisa legal, mas acho que você não vai entender...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Meu primo poeta










Ele não escreve nada. Mas faz poesia.

Uma vez, morando em um apartamento lá na Asa Norte, comprou um cavalo em um leilão. Os meninos da cidade faziam fila para passear no que afinal era um doce pangaré. Mas tanto o síndico encrencou com a bostaiada que o equino largava, que o poeta, garboso cavaleiro, atravessou a cidade para larga-lo na casa de um irmão.

Mas a melhor de todas foi quando cismou com um escafandro e com um piano de cauda, tudo de uma vez.
Para desespero da mulher, comprou os dois e os instalou na sala do apartamento.
Acho que, madrugada alta, o escafandro se levanta de seu canto e vai tocar um choro de Chiquinha Gonzaga...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Encontrando material

Estou achando ótimos vídeos para o workshop. Já baixei o José Castello e o Saramago. Vou continuar...
p.s. Este post está mais para twitter do que blog...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Encontrando o seu estilo

Olha o que eu encontrei por aí:

"Em 1947, o eclético autor e teórico Raymond Queneau escreveu um pequeno clássico chamado Exercícios em Estilo (Exercises in Style). Ele conta a mesma estória repetidamente, em 99 estilos literários. Introduzindo os escritores a uma fórmula quase matemática para criar estilo, ele fez com que o jornalismo e a criação literária nunca mais fossem os mesmos. Os estilos demonstrados por Queneau estão carregados de graça (...)"

Recebi numa newsletter do Robert Genn e traduzi. É o contrário do que eu sempre oriento. Gostaria de encontrar este livrinho. Mas só prestaria se fosse em português.
Inté

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um estranho na Flip

Amanhã eu me mando para o Rio. Primeiro, Conservatória, lá perto de Vassouras, onde, além do sabiá, todo mundo também canta em serestas, serenatas, e o esquimbau.
Depois, Visconde de Mauá, onde nunca me atrevi antes, pela estrada que era ruim, e pelo frio que gorgeiava por lá. Ainda gorgeia, eu acho, e pretendo aproveitar, antes do derretimento das calotas, e desse desastrão todo que vem por aí.
Depois, Parati. Flip.
Estarei com aquele estranhamento de quem podia estar do lado de lá, mas nunca fez força suficiente.Um misto de admiração e de inveja dos carinhas que estou pagando para ouvir, em vez de receber para pontificar. A paciência é toda nossa...
O Marco (Antunes) disse que o festival é uma merda, mas vou com confiança. Tem mais gente da turma da Câmara que vai. Espero ve-las.
Vamos ver se tenho saco de escrever mais.